sábado, 31 de maio de 2008

FRIO, ADORO!

Hoje não deu, mas, amanhã é outro dia!
Quem resiste a pão caseiro bem quentinho num dia frio como hoje?
Eu não resisti!
5° C negativos em São Joaquim. Mas que beleza! Pena que eu não estava lá. Mas, aqui esta bem frio também!
Ah! E ontem, o chuveiro queimou. Banho frio! Ninguém merece, quase congelei. Eu adooooro inverno!
Acho que segunda eu vou começar a caminhar, 1 h por dia.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

QUANDO EU FOR...

Quando eu for para City, quero estar com 46 kg. No máximo 50.
Se eu perder 350 g por dia à partir de amanhã, dia 28 de Julho estarei com 44 kg.
Ótimo! 0,350 kg por dia, menos de 3 kg por semana, não é muito! É fácil! Eu vou conseguir!

quarta-feira, 28 de maio de 2008

AINDA SOBRE SEGUNDA-FEIRA

Segunda-feira, quando acordei, estava desanimada. Sair, ir para outra cidade com alguém que eu só havia visto uma vez e passar o dia todo com esta pessoa me dava um pouco de medo. Tinha esperança de, ao menos, não encontrar o "S", irmão da "D". Mas, na hora do almoço ela ligou para ele, que veio almoçar conosco.
Eu pensei: "Vou ter que me esforçar para ser agradável." No entanto, foi tudo tão natural, nem precisei fingir, pensar nas respostas. Eu me senti bastante à vontade com eles.
Não sou tão anti-social. Sinto-me pronta para encarar até o "J".

terça-feira, 27 de maio de 2008

DESTINO?

(Em breve mudo de cidade. Mal posso esperar! As aulas começam dia 04 de Agosto, pretendo chegar lá dia 27 ou 28 de Julho. Faltam dois meses! Só dois!)

Não sei se acredito em destino. Mas, pensado na minha vida... Tudo parece se encaixar. A "D" se mudou para City em Fevereiro ou Março. Ela e o irmão estiveram aqui em casa em Janeiro. Quando eu soube que tinha passado no vestibular, coloquei uma faixa na frente de casa, eu não fazia muita questão, mas meus pais quiseram colocar. A mãe da "D"e do "S", dona "N" viu a faixa. A "D" estava procurando alguém para dividir aluguel. Estiveram duas vezes aqui, mas eu não estava, e eu nem fiquei sabendo. Este mês minha mãe começou a trabalhar com a dona mãe deles, e conversa vai, conversa vem...

_Você é a mãe da Natasha que vai estudar na Universidade "tal"?
_Sou.
_Meus filhos procuraram ela, eles estudam lá e queriam dar uma força para ela...

Sorte minha ter encontrado eles. Assim, não vou ficar perdida por lá.
Eu amo (ou amei) o "J", platonicamente, claro. Eu deveria querer muito encontrá-lo pessoalmente. Eu tive oportunidades. Poderia ter dito pelo menos um oi, mas...
Uma vez, eu estava indo para aula e vi ele na outra esquina, dobrei uma rua antes para não passar por ele.
Outra vez, eu estava também indo para aula, estava andando, ele saiu de uma lanchonete, e ia na minha frente. Eu andava mais rápido que ele. Poderia tê-lo alcançado, puxado um assunto, andaríamos juntos pelo menos uns 20min, ele estava indo para a faculdade, meu colégio ficava no caminho, mas, em vez disso, eu atravessei a rua e "fugi" (do que eu mais queria).
Há poucas semanas falei com ele pelo MSN (rapidamente, como sempre), ele comentou que me viu uma vez indo para aula, que andamos lado a lado, foi naquele dia, ele me viu. Se eu não tivesse atravessado a rua, se eu tivesse coragem de dizer oi, ele não teria sido estúpido ou indiferente, teria respondido, seria simpático, poderia ser o começo de uma história, de amor ou amizade, só o tempo diria.
"Certas coisas se perdem para sempre." Foi o que concluiu Maria (em "Onze Minutos") quando perdeu a oportunidade de se aproximar de seu primeiro amor. Assim como eu, ela fugiu. O garoto mudou de cidade e ela nunca mais soube dele.
Eu não perdi as esperanças. Ele continua aqui, eu também, por dois meses continuarei aqui e, mesmo depois, virei para cá algumas vezes.
Talvez não fosse o momento certo. Como, talvez, tenha sido melhor que a "D" e o "S" tenham me encontrado só agora. Como foi melhor eu ter passado apenas para o segundo semestre. Como eu poderia mudar de cidade quando meu pai estava no hospital e minha mãe precisou de mim aqui?
Talvez, essa coisa de destino não seja bobagem. Ou talvez sim, seja tudo obra do acaso.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

RESUMO - A IDA À CITY

A tal filha da colega da minha mãe que estuda na universidade que VOU estudar veio aqui em casa sábado. Gostei dela, a "D". Muito gente boa! Simpaticíssima!
Fui para a City com ela hoje. Saímos às 06h00min da rodoviária. Chegando lá, me mostrou a casa, fomos até a universidade. Apresentou seu irmão. Almoçamos os três juntos. Mostraram-me alguns espaços da universidade...
E o irmão dela, o "S", ah... muito simpático também. Que sorriso encantador! Uma graça. Um cavalheiro, gentilíssimo. A barba por fazer, que charme. Inteligente... Chega.
Vou morar na mesma casa que a "D". Gostei do lugar.
Em agosto, em agosto! Mal posso esperar!

sexta-feira, 23 de maio de 2008

A ANTI-SOCIAL INCOMPETENTE

A tal filha da colega da minha mãe que estuda na universidade que VOU estudar virá aqui em casa hoje.
Minha mãe quer que eu vá pra tal city com ela na segunda-feira. Como vou sair de casa desse jeito (jeito orca)? E ainda ir com uma estranha?
O que eu vou falar com a dona da pousada, república ou sei lá como se chama, onde poissivelmente vou morar? E vou com uma estranha?

Aaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh................!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 22 de maio de 2008

SERÁ QUE NO FIM TUDO TERMINARÁ BEM?

Hoje à tarde fui à casa de minha avó. Nada como a casa da avó... Vó é tudo de bom.
Ela fez uns bolinhos de milho que estavam muuuito gostosos. Comida de vó não tem igual!
Na casa dela, vi meus primos. Eles têm um ano, são gêmeos. Eu não gosto de agradar criança, mas, tive a estranha vontade de agradá-los hoje. Nada de falar enrolado ou fazer gracinhas, só segurei um no colo.
Fui à casa de minha outra avó também, mas, ela não estava.
Aos poucos as coisas estão se resolvendo.
Acho que já tenho onde morar na cidade na qual vou estudar. Os filhos de uma colega de trabalho da minha mãe moram e estudam lá. Eles vão me dar uma força, já que eu sou uma incompetente que não sabe fazer nada sozinha.
Será que no fim tudo terminará bem?
"No fim tudo termina bem. Se não está bom agora, é porque não chegou o fim."
É o que dizem. Será que vou conseguir me mudar, fazer facul, entrar no curso de francês, conseguir um trabalho...?
Amanhã é dia de faxina. ¬¬
Não fui à festa da minha ex-colega ontem. Ex-colega, só. Não a considero como amiga. Eu não tenho nenhuma amiga. Só tenho o "E" com quem converso muito raramente, e atualmente, com certa indiferença e distância.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

(QUE TÍTULO DOU?)

Não tenho muita vontade de escrever ultimamente.
Nada de novo, continua tudo igual. Sou um corpo (gordo), com uma alma perdida e confusa, que busca uma razão para viver, que busca a vida.
Não saio de casa, não faço nada de interessante. Acordo, tomo café, arrumo a casa... assisto à TV... leio, durmo... acordo...
A última vez que saí, fui à biblioteca. Estava procurando “O Mundo de Sofia”, não estava disponível. Trouxe dois livros: Contos de Machado de Assis e “Onze Minutos” de Paulo Coelho.

Gosto de Paulo Coelho. É o 3º livro dele que leio. Há alguns que dizem que P.C. não é literatura, que seu lugar na ABL é o sinal da decadência da produção literária no Brasil...
Não sou uma grande entendedora de literatura, mas acho que não é para tanto.
Seria, Paulo Coelho, a escória da literatura brasileira ou seriam seus críticos, um bando de ultrapassados?

Uma vez, ouvi meu professor de filosofia (que eu admiro muito) dizer que a obra de Paulo Coelho é meramente comercial. Não concordo. Defendê-lo-ei sempre!
Seus livros são meio auto-ajuda. Mesmo os romances têm algo, alguma mensagem, algum ensinamento a transmitir, subjetivo, sutil, entretanto, muito perceptível.
Eu vejo a mim mesma nos seus livros. Eu choro lendo. Eu me descubro. Isso não acontece quando leio Machado de Assis. Paulo Coelho, eu leio com a alma.

SOBRE O LIVRO
“Onze Minutos” conta a história de Maria, uma prostituta. Estou amando o livro. Identifiquei-me muito com Maria. Parece incoerente. Ela a prostituta, profissional do sexo, e eu, a intocada. Mas, é a forma como encara o amor, acreditando e desacreditando, negando-o e desejando-o, estudando-o... Fugindo do que mais deseja... A mistura dos extremos. Abdicando a si mesma e o amor, testando seus limites em busca de um sonho: uma vida segura e confortável para si e para seus pais.
Só lendo para entender.

Depois de “Onze Minutos”, vou ler Machado de Assis. E depois... acho que vou procurar algo sobre Platão.

SOBRE LIVROS
Livros, às vezes, me fazem mal. Eu entro nos personagens, tento ser quem não sou, sentir-me sendo outra pessoa. Vivo uma vida que não é minha. Tento preencher o vazio da minha alma vivendo uma vida que não é minha. Mas, quando o sonho, a fantasia termina... O vazio só aumenta e machuca ainda mais, e uma falta de esperança toma conta de mim. Eu penso que vai ser sempre assim: sempre sonhando e nunca vivendo.

P.S.: Meus pais estão me chamando de gorda... eu sei que estou!

terça-feira, 13 de maio de 2008

HOJE É O AMANHÃ DE ONTEM!

Estou... Péssima!
Horrivelmente gorda. Pensar nisso me deprime. Ah... Quando eu tinha 50 kg...
Eu voltarei a ter! Não me sinto digna de escrever aqui, eu quero não existir neste momento.
Amanhã vou recomeçar. Digo isso há meses! Amanhã, amanhã... Sempre amanhã.
Acho que vou à biblioteca, só para dar uma volta, passar o tempo.
Eu ia comprar cigarro hoje, mas, faltaria dinheiro para o dulcolax. Segunda vez que eu quase compro. A saúde? Dane-se! Meu único medo é de meus pais descobrirem.
Hoje saí um pouco. Pagar contas, ir ao mercado... O mesmo de sempre.
Que desespero na hora de escolher uma roupa. Nada ficava bem, nada mais serve. Não tinha uma blusa larga o suficiente. Nada disfarçava meu peso. Eu estou um caco mesmo.
Faz meses que não pinto o cabelo, tenho um cabelo bicolor agora (horrível), minha sobrancelha faz um tempo que não faço, maquiagem nem uso mais, estou tão gorda quanto uma vaca leiteira prenha...
Está tudo horrível!
Eu estava pensando em tomar dulcolax hoje. Só tenho 4 comprimidos. Eu não comprei, mas reservei o dinheiro para quando eu terminar o que eu tenho. Mas, se eu tomar muito provavelmente não poderei sair de casa amanhã. Se bem que ainda são 23h. Vou tomar sim.
Ai vidinha infeliz.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

DEPOIS DE TANTO TENTAR...

... enfim consegui. O primeiro dia de NF, o mais difícil na maioria das vezes.
Também tomei ECA e caminhei uma hora, sem contar a faxina aqui em casa, na maior empolgação. Tomei quatro comprimidos de laxante ontem depois do almoço, nem fez efeito. De madrugada tomei mais três. Ai sim fez efeito.
*******

Quando levantei hoje de manhã, 30 min mais cedo que ontem, meu pai veio logo com piadinha: "Caiu da cama?" Como se eu acordasse super tarde todo dia e não fizesse nada da vida. Não gostei, fiz cara de quem não gostou da brincadeira e pronto, motivo para briga. Ai eu fico mal-humorada. E sabes o que piora meu mau humor? Que perguntem por que estou mal humorada, ou o que está acontecendo. E foi exatamente o que fez minha mãe quando chegou a casa. Isso até meio-dia.
A tarde tomei o ECA e caminhei. Meu pai que é tão genioso quanto eu, ficou emburrado o dia todo, só comigo claro. ¬¬
Minha mãe chegou a casa às 19h e veio de novo perguntar se eu estava mais calma. Bem, se eu estava deixei de estar.
Acreditas que eu já fiquei por duas vezes de NF com ela o dia todo em casa e ela nem percebeu, e agora que fica o dia fora, vem me perguntar se eu comi, o que eu comi, toda desconfiada!?
Vem dizer que eu fico em casa o dia todo só vendo minha vida passar... Tenha paciência. Parece que essas coisas acontecem só para estragar meu NF! Mas, nada, nada vai me abalar!
Aff! Eu mereço mesmo!

terça-feira, 6 de maio de 2008

ERA PARA COMEÇAR HOJE, ERA

Eu ia começar NF hoje. Mas, logo no café da manhã...
Tomei laxante depois do almoço. Até agora, nem cócegas. E eu tomei quatro comprimidos!
Eu tomei café da tarde também. Bolo, mais bolo, café, Nescau, mais bolo, pipoca... Já fazia um tempo que não vomitava. Fazia. Hoje eu vomitei. Vou tomar mais laxantes daqui a pouco.
Vou chegar aos 50 kg até o fim do mês, de preferência até dia 18/05. Nesse dia eu vou sair. Vou ter coragem para isso. Quando eu tenho que sair eu me sinto muito mal, tenho vergonha. Acho que estou pesando 64. Cintura 77 cm. Já mediu 65 cm. =(
Em agosto, eu espero estar em outra cidade, estudando. Seria o fim ter que me mudar gorda. Quero chegar lá arrasando. Mas, está tão difícil. Quase um mês de compulsão. Quanto mais eu penso em não comer, mais compulsão eu tenho.
Estou morrendo de amor. Que merda! Ele não sai da minha mente.
Quando eu fecho os olhos é ele que vejo. E tenho mais nojo de mim.
Eu preciso emagrecer, preciso emagrecer e conquistar o mínimo de autoconfiança.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

QUATRO PALAVRAS

Quatro palavras foram suficientes para estragar meu dia.
Estava eu ouvindo Moonspell - Full Moon Madness, quando "J", sim, ele mesmo, que estava no MSN, diz:
_Somos memórias de lobos =].
Estava fazendo alusão a um trecho da música. O que eu respondi?
Nada. Eu simplesmente não respondi. As palavras fugiram todas. Agora fico eu me lamentando.
Eu fiquei sem ação, atônita. Repare no " =] ". Ai que raiva! Estas palavras, de quem quer puxar assunto, e principalmente o " =] ", devia me deixar ultra feliz!
Vê agora como o problema sou eu!

***
Tenho até dia 22 de maio para perder 15 kg. Eu engordei, (oh! que novidade!) devo estar com 64 kg. 22 de maio é aniversário de uma amiga/ex-colega de escola, ela me convidou informalmente hoje. Acho que não vou. Mas, vou pensar que vou, porque assim, essa festa serve de estímulo.
Não gosto muito de festa, sou anti-social mesmo.
Festa, fest, Underground Fest I. Desse tal Underground aí, eu gostei! Ele estava lá, tão lindo.

***
"E", MEU AMIGO
Nossas conversas têm tom irônico. Pelo menos é como sinto. Gosto muito dele. Posso falar de tudo com ele. Talvez não mais. Na verdade, é como se fôssemos cúmplices. Entretanto, não confio nele, no que ele sente. Não creio na recíproca. Parece que ele se esconde. É, a meu ver, uma relação estranha. Gosto, mas, não confio. Hoje não mais me entrego como antes. Da minha parte, prevalece o tom irônico, até cínico.
É como eu disse. Ele se esconde. Parece que também, como eu, não se entrega, fica na defensiva. Eu, às vezes, não sei o que ele pensa, se o que ele fala é o que pensa. É como se estivesse sempre medindo minhas palavras, desconfiando do que falo, me testando. Engraçado. É isso que faço com ele. Puxa! Acho que somos parecidos. Ou é só impressão minha. Eu e minha paranóia. Preciso discorrer mais sobre o assunto.

(Escrever é um modo de organizar os pensamentos. Assim, organizados os pensamentos, podemos melhor entendê-los.)

domingo, 4 de maio de 2008

NADA MUITO IMPORTANTE

Hoje foi um dia como outro qualquer. O tal ciclone sem nome passou e fez alguns estragos. Minha cidade foi uma das mais atingidas do estado. Bem, eu só fiquei sabendo disso assistindo ao Fantástico. A cidade que mais sofreu aqui em Santa foi o município de Ermo, pelo que eu entendi. Mas, devido aos alagamentos pelo grande volume de chuva. No RS, são 3.500 famílias desalojadas. Ocorreram duas mortes (RS). Um caminhoneiro que desceu do veículo para ajudar a tirar uma árvore que estava sobre a pista, morreu ao ser atingido por uma árvore que caiu derrubada pelo vento. E uma idosa foi encontrada morta dentro de sua por um vizinho, a casa estava alagada, os bombeiros afirmaram que ela pode ter morrido afogada ou depois de passar mal em função do temporal. Mudando de assunto...

FUTEBOL
Odeio o Flamengo. Odeio o Internacional. Ambos foram campeões hoje.
Não gosto dos times cariocas, gosto menos ainda do Flamengo.
Odeio o Internacional (sou GRÊMIO até a morte e depois também). Estava torcendo para o Internacional perder, é claro. Se não fosse a incompetência do Juventude. 8 x 1... Que horror!
O Figueirense foi campeão catarinense. Fiquei triste pelo Criciúma. Mas, se fosse o contrário, eu ficaria triste pelo Figueira. Neste caso, fiquei com o coração bem dividido. Simpatizo com ambos.
Pelo menos no paranaense, ganhou o Coritiba. O rubro-negro do Atlético Paranaense lembra muito o Flamengo. Já o verde do Coritiba lembra o Grêmio. É, lembra o Grêmio sim, o uniforme de treino do Grêmio é verde!

***
Estava lembrando do cursinho hoje. Vi uma entrevista com o professor Jaca (história). Era uma matéria sobre o jogo de hoje: Criciúma X Figueirense. O repórter estava num colégio perguntando aos alunos/torcedores o que eles esperavam do jogo. E no meio da galera estava o Jaca, grande figura, ele e o Marcelo (biologia), o Villa (biologia), o Jojo (literatura), o Fernando ( matemática), o Orestes (matemática), todos grandes figuras. Eu gostava das aulas. Sim, das aulas mesmo. Porque os colegas... Deixavam muito a desejar.

LIVREI-ME, UFA!
E "F" foi para o espaço! É um cara com quem eu conversava pelo MSN. Dizia estar apaixonado por mim. Ah! E eu falei com o Papai Noel ontem, está tudo bem na fábrica de presentes. aushaush

Agora é só o "J". Meu grande amor.
A música a seguir, lindíssima, é perfeita.

Uma História Real – Nenhum de Nós
(Thedy Corrêa)

Teu nome escrito
Em meus cadernos
Teu rosto nos jornais
(Nas fotos do orkut, no meu caso)
Tua voz afaga
Meus ouvidos
Nos meus sonhos
A tua constante presença
Meus olhos sempre
Te acompanham
Minhas mãos não podem
Te tocar
O meu desejo sempre
Te alcança
Mas em ti nada vai despertar
Uma distância oceânica
Nos separa
É quase sólido
O silêncio entre nós
Um dia eu quero te encontrar
Além das novelas
(Além das raríssimas conversas no MSN, no meu caso)
Além das revistas
(Além do orkut, no meu caso)
Perto do Mar
Um dia eu quero te encontrar
Além das estrelas
Paixão verdadeira
UMA HISTÓRIA REAL

sábado, 3 de maio de 2008

SER GRANDE SIGNIFICA SER INCOMPREENDIDO

Hoje amanheceu chovendo. Há previsões de temporais, ventos fortes, mar agitado por aqui. É um tal ciclone extra-tropical que está se formando no litoral entre os estados de SC e RS. Um fenômeno bem menos intenso que o Furacão Catarina (28/03/2004), o primeiro furacão historicamente registrado no Atlântico Sul, que teve ventos de até 180 km/h.

Imagem do furacão Catarina vista por satélite - Nasa

Eu saí de casa às 13h20min. Fui pagar umas contas. Não estou em casa, estou no carro em frente à clínica na qual meu pai faz hidroterapia. Eu passei aqui em frente e resolvi esperá-lo para pegar uma carona. Muito chato andar a pé com essa chuva.

Hoje já discuti com minha mãe. Chamaram a atenção dela injustamente no trabalho, o suficiente para deixá-la de mau humor. Quando ela chegou a casa meio-dia, eu ainda não tinha arrumado os quartos. Levantei mais tarde e começo o almoço cedo, porque demoro. Esse foi o motivo das reclamações. “Trabalho o dia todo e quando chego a casa encontro essa bagunça.” Como se para mim estivesse tudo às mil maravilhas.

Sempre fui a CDF da turma. Passei no vestibular de duas universidades, escolhi a melhor, nesta, minhas aulas começam só no 2º semestre. Mas, eu teria que mudar de cidade. Tudo bem se eu não estivesse desempregada e meu pai sofrido um acidente de trabalho e, por isso está recebendo 1/3 do que recebia antes. Na atual situação econômica da família, será difícil me mudar. Passar no vestibular da melhor universidade do estado, mas, não poder ocupar a vaga por razões que fogem do meu controle. Isto me deprime.

Engordei 13 kg. Não tenho a mínima chance de conquistar o cara que “é o cara”, o "J". Minha única diversão é... acho que não tenho nenhuma. Pareço mais uma velha de 96 anos que não sai para lugar algum e fica em casa abandonada e reclamando da vida.

Nunca alguém se apaixonou por mim. Não digo que talvez não tenha existido alguém que tenha olhado para mim, achado bonitinha e tenha desejado me conhecer, isso não posso afirmar. Queria que alguém gostasse de mim por conhecer minhas qualidades e defeitos, e por que não, por minha aparência. Ok! Atualmente eu estou uma baranga. Porém, já tive dias melhores. Encontro consolo numa frase de Oscar Wilde:

“Ser grande significa ser incompreendido.”

Pensamentos suicidas voltam a povoar minha mente. Sim, eu já tentei uma vez. Não tive coragem de aprofundar os cortes. Também quase tentei uma intoxicação, não havia medicamentos suficientes para tanto e, eu queria morrer, não chamar a atenção tomando meia dúzia de analgésicos. Tenho pensado no rio da cidade. Pular da ponte, por que não? Se não morrer com a queda, morro afogada. Se não morrer afogada, morro com uma intoxicação ou de uma infecção qualquer. O rio é bastante poluído. Mas, é uma morte sem graça. É mais legal morrer cortando os pulsos ou tomando veneno (lembra Romeu e Julieta, é mais dramático). Queria fazer da minha morte um grande acontecimento. Já que em vida ninguém nota minha existência... Que notem a morte! No entanto, um resto de esperança insiste em me manter viva. Quem sabe o que o futuro nos reserva?

quinta-feira, 1 de maio de 2008

ERIC - O RETORNO

Quem diria! Hoje, abri um MSN que não usava há um tempo e, que surpresa!
On-line estava ele. Aquele emo, que eu amo, ele lembra de mim.
Está até escrevendo uma história, na qual usa meu nome. É, a personagem não tem muito à ver comigo. (Neste caso usa-se crase?! Dane-se se não.) E o "J", sim, ele incluiu o "J" na história, faz par não tão romântico com a "Natasha" da história.

REALIDADE x FANTASIA
Acho que eu nunca estabeleci limites entre realidade e fantasia.
Enquanto algumas pessoas acreditam serem reais suas fantasias, eu acredito que a realidade não passou de uma ilusão.
Quando lembro de coisas que vivi, parece que nunca aconteceram. Meus sonhos são sempre sonhos. Minha realidade nunca é realidade. Lembranças se desfazem como se nunca tivessem acontecido. Eu não me entrego. Não me envolvo. Fechei-me para o mundo. Fechei-me para pessoas, para sentimentos. Sei lá. Parece que nada me atinge. Ninguém consegue tocar minha alma. (Está ficando muito profundo, chega).

O TAL NF
Não fiz.