Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

Não fiquei com uma média tão boa quanto eu gostaria por 0,05 décimos.
A Carla acabou passando em matemática, amanhã tem outra rec para fazer. Bem que poderia reprovar! Já fiz minha matrícula para o próximo semestre. Não vou fazer aulas de canto como gostaria. Mas tudo bem, é só mais um semestre que adio um sonho mesmo, o 40º semestre que não vivo para mim, grande coisa!
Bem, não resisti e puxei um bocado de disciplinas, 28 horas semanais. 2 horas a mais que no semestre passado. Não vou fazer francês, vou continuar me torturando com o inglês. A turma desse semestre estava combinando de fazer a matrícula na mesma turma no próximo semestre, bom saber para qual eles vão, assim vou para outra. Tenho estado tão antissocial ultimamente.
Acho que consegui um estágio.

Estava eu no ônibus voltando para casa encantada com três crianças que estavam na minha frente, tinham no máximo 10 anos. Acho linda a amizade de crianças, a inocência, a pureza, adoro crianças. Estava encantada até que...
Começa o diálogo entre a menina e o menino:

: _ Peguei a Greice!

♀: _Como foi?
♂: _Ah! Você acha que vou te contar?
♀: _Hum.
♂: _O namorado dela foi viajar ontem. O coitadinho tão novinho já é corno kkkk!

Fiquei perplexa. Fiquei com vontade de dizer a ele que ele é uma criança, que essas coisas que ele disse não são coisas de criança e perguntar onde está a inocência dele e o que fizeram com ela.

Ah. Estou com fome e estou com sono.


Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

A quanto tempo não escrevo, nem sei onde parei. Bem, para começar, as duas cidadãs da pior espécie que moravam na mesma casa que eu se mudaram. Já ocuparam a vaga outras duas, não pareceram ruins a primeira vista, vamos ver no decorrer do semestre.
Sobre as notas (afinal, eu já disse, sou só aluna, porque nem filha tenho sido, a não ser por ligar todos os dias para casa), estou na expectativa de uma nota, acho que meu índice sobe nesse semestre.
Tive alguns sustos, como com anota de CCN. O prof deu-nos a oportunidade de escolher entre fazer um trabalho de pesquisa ou uma prova como terceira nota. Quem escolhesse fazer o trabalho deveria entregá-lo por e-mail até quarta à noite e quem optasse pela prova, deveria fazê-la na quinta à noite. Eu resolvi fazer o trabalho. O grupo fez o trabalho e o A ficou de enviá-lo e o assim o fez, enviou o arquivo e encaminhou ao grupo o e-mail que remeteu ao prof no horário estipulado por ele. Logo, não fomos fazer a prova na quinta. E quinta à noite, eu fui mais cedo para casa e estava tranquila até que o telefone toca. O A me diz que o prof enviou ao nosso grupo um e-mail com o título “Possível reprovação”, alegando que não enviamos o trabalho e não fizemos a prova tendo zero como terceira nota. Eu esperava ficar com 90 na disciplina! Tive até pesadelo. No dia seguinte, outra surpresa: sai a relação de notas e lá está a minha, tirei 100! Vai entender.
Outra surpresa com nota foi a de COM. Aquela professorinha que não merece o título que tem por tamanha falta de competência, enviou as notas e fiquei tranqüila, insatisfeita, mas tranqüila. Até que hoje, abro meu e-mail e a incompetente me envia um pedindo esclarecimentos. Meu nome apareceu em dois trabalhos, eu não tenho culpa se outro grupo colocou meu nome por engano (é que fiz vários trabalhos com o grupo do A, como o de CCN que citei acima). Ela disse que estava corrigindo os trabalhos HOJE e queria saber se eu realmente havia feito o trabalho. Engraçado que ela enviou as médias na semana passada, e agora eu falo com ela e ela diz que estava corrigindo os trabalhos HOJE! Ela é a incompetência em pessoa.
Mesmo com esses acontecimentos, estou mais animada com o curso, graças ao prof de TGA, um excelente professor que me inspira até. Pena que, na graduação, só leciona essa disciplina, logo, não terei mais aulas com ele. Depois de uma de suas aulas eu lembrei dos meus ideais. Vou até escrever um artigo no próximo semestre sobre minha área de interesse: Responsabilidade Sócio-Ambiental e Sustentabilidade. A ideia do artigo foi da Carla, eu pensava em focar mais nessa área para meu TCC, teses e tal. Mas gostei da ideia de começar agora a escrever sobre o assunto. Quem sabe até conseguimos publicar nosso artigo.

Continuo só. Todos acham seu par, as lindas, as feias, as gordas, as magras. Qual o problema comigo? Não posso ser tão ruim assim.
Estou meio depre mesmo. A noite é propícia, chuva, frio, insônia, Tristania...
Com essa greve do transporte coletivo, vou ficar em casa e estudando matemática para tentar ajudar a Carla. Essa coisa de ajudar é só para manter as aparências de boa moça, porque, bem na real, não me importo com ela, se vai passar ou não, se vai ficar bem ou não. Não é tão fácil admitir isso, não sei se gosto de ser assim, talvez seja só um momento (não estou bem e não suporto a felicidade alheia) de apatia. Mas acho que, na verdade, sou vampira mesmo. Sugo as pessoas e elas nem percebem cativo-as com meu "jeito meio e altruísta" enquanto aproveito o que ela tem de bom até não ser mais conveniente para mim. Apesar disso, não sou fria, preocupo-me com a humanidade, com os animais, com o meio ambiente como um todo. Mas não me preocupo com o individual. Hoje, a música é essa:


Teatro Dos Vampiros
Composição: Renato Russo

Sempre precisei
De um pouco de atenção
Acho que não sei quem sou
Só sei do que não gosto...


E nesses dias tão estranhos
Fica a poeira
Se escondendo pelos cantos
Esse é o nosso mundo
O que é demais
Nunca é o bastante

E a primeira vez
É sempre a última chance
Ninguém vê onde chegamos
Os assassinos estão livres
Nós não estamos...

Vamos sair!
Mas não temos mais dinheiro
Os meus amigos todos
Estão procurando emprego...

Voltamos a viver
Como há dez anos atrás
E a cada hora que passa
Envelhecemos dez semanas...

Vamos lá, tudo bem!
Eu só quero me divertir
Esquecer dessa noite
Ter um lugar legal prá ir...


Já entregamos o alvo
E a artilharia
Comparamos nossas vidas
E esperamos que um dia
Nossas vidas
Possam se encontrar...

Quando me vi
Tendo de viver
Comigo apenas
E com o mundo
Você me veio
Como um sonho bom
E me assustei
Não sou perfeito...

Eu não esqueço
A riqueza que nós temos
Ninguém consegue perceber
E de pensar nisso tudo
Eu, homem feito
Tive medo
E não consegui dormir...

Vamos sair!
Mas estamos sem dinheiro
Os meus amigos todos
Estão, procurando emprego...

Voltamos a viver
Como a dez anos atrás
E a cada hora que passa
Envelhecemos dez semanas...

Vamos lá, tudo bem
Eu só quero me divertir
Esquecer dessa noite
Ter um lugar legal prá ir...

Já entregamos o alvo
E a artilharia
Comparamos nossas vidas
E mesmo assim
Não tenho pena de ninguém...

Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

EU TINHA A FORÇA...

Não sei mais o que fazer. Não tenho motivação. Faço planos e não cumpro. Não passo do primeiro dia. Hoje fiquei sem comer até as quatro da tarde, depois na deu mais, isso não faz sentido. Nada faz sentido. Não gosto de mim nem um pouco. Nenhum esforço para melhorar minha aparência vale a pena.

Apenas sonho acordada o dia inteiro e não tenho vontade de fazer coisa algumaEU TINH. Tenho gastado um absurdo por mês só em bobagens, tipo chocolate.

Estou insatisfeita com meu curso, não aguento mais as aulas, as pessoas, os muitos trabalhos que tenho que fazer ainda, a falta de vontade e colaboração das pessoas nestes trabalhos... Cada dia é uma tortura.

Na sexta-feira, cheguei a preencher um formulário de troca de curso, pensei em transferir minha matrícula para economia. Mas acabei amarelando e desisti na última hora. No fim de semana, pensei bem e me arrependi de não ter entregado o formulário. Falei com meus pais sobre isso. Disse para minha mãe que pensava em trancar o curso e fazer vestibular no fim do ano, já que não fiz transferência. Ela disse que já tenho quase 20 anos e tenho que decidir. Meu pai disse que tenho que fazer alguma coisa que me dê retorno, porque já está na hora. Sei que eles não falam por mal e que não iriam me condenar se eu decidisse fazer isso realmente (mudar o curso agora), mas me sinto pressionada. Já tenho 19 e ainda dependo deles. Sei que eles querem que eu tome um rumo na vida. Quanto a ficar ou não no curso, já estou aqui mesmo! Mercado não falta mesmo. Posso fazer um concurso público e conseguir estabilidade. Já não espero muita coisa da minha carreira, acho que não tenho talento para administração.

O mais irritante é que é só isso, nada mais. Nem uma emoçãozinha sequer. Essa é minha vidinha menos que medíocre.

Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

AS COISAS DE SEMPRE E O SONHO

Certas músicas me fazem lembrar da minha cidade, na verdade, do meu passado não muito distante. Eu tinha tudo que precisava para ser feliz e não sabia. Meus gatos, meu quarto, minha casa, o cemitério não muito longe de casa, a pracinha... Era a minha cidade, eram minhas coisas, minha família, meu lar, meu lugar!

Aqui me sinto tão presa, tão mais longe de mim. Droga de cidade essa. Queria trancar um semestre para passar uns 6 meses na minha cidade.

Tive um sonho essa noite. Um sonho bacana até.

Andava na rua de cabeça baixa para que as pessoas não me reconhecessem. Isso não poderia acontecer, afinal, até então, todos deveriam pensar que eu estava morta. Era o que eu queria que pensassem, era o que eu acreditava que todos deveriam pensar. E elas realmente não me reconheciam, parecia que nem me viam. Era estranho, mas era a intenção que não soubessem que eu estava ali.

Cheguei, então, a um lugar grande, tipo um salão, na verdade um prédio dividido em vários salões. O local parecia meio abandonado, principalmente a partir da segunda sala, era mal iluminada, havia cadeiras velhas empilhadas, os vidros estavam sujos e quebrados. Havia muitas pessoas na primeira sala, que era mais bem conservada.

Eu me encaminhava para a sala seguinte. Vi uma amiga, a Carla, que me viu e foi ao meu encontro. Fui falar com ela, enquanto isso as pessoas começavam a ir embora e uma senhora passou por nós duas, dizendo que estava fechando o local. Só tive tempo de dizer à Carla que estava à espera de um alguém (que ela deveria saber quem era). Ela disse que tinha que ir porque estavam fechando o local, e eu disse que não se preocupasse, pois presa ela não ficaria. Ela me olhou e disse: “Não atravesso paredes como você!” e foi embora. Fiquei perplexa! Eu estava morta então?

Depois disso, continuei andando, era tão difícil entender aquilo. Quando vi “ele” no fundo do salão mal iluminado, corri ao seu encontro e nos abraçamos, como se não nos víssemos há um século, ou mais que isso, como se nos víssemos depois da minha morte, e na verdade era isso mesmo. Acho que não nos falamos, mas lembro que estávamos muito emocionados. Ele tinha que ir embora e eu, por que não sei, tinha que ficar. Porém, ele voltaria todos os dias para me ver.

Esse salão ficava dentro de um cemitério. Era difícil agir como morta, os sentimentos eram de vida, apesar de o mundo parecer bem menor e bem mais vazio. A solidão era mais fria enquanto esperava por ele. Enquanto esperava, vi alguém chegando, era um cara moribundo, fiquei com medo, pois ele vinha na minha direção. Ele parou no meu lado, onde deitou, tirou os sapatos e dormiu, então eu pensei “De que eu tenho medo? Estou morta e ele nem pode me ver!”.

Mas, algumas pessoas sabiam da minha presença. E queriam que eu saísse dali, como se eu fosse um espírito maligno que assombrava o local. Eu procurava um lugar bacana num prédio que ficava dentro do cemitério para receber minha visita. Quando percebi que pessoas cercavam o lugar. Havia um cara que liderava o grupo, eu passava por eles, mas não me viam. Ele, a pessoa por quem eu esperava tão ansiosamente, quando percebeu o que acontecia, tentou me proteger de tal perseguição, afinal, parecia que tinham encontrado algum jeito de me localizar.

(Os sonhos, geralmente não acontecem em sequências muito lógicas)
Agora, eu estava “materializada”. Eu e meu amado (sim, acho que éramos amantes, no sentido de nos amarmos) saltamos do segundo andar. Bem, eu já estava morta, ele morreu. Ficaram ali só nossos corpos, rodeados por aquela gente que chegara então à conclusão de que não havia almas penadas ali, mas, pessoas que por medo daquela agitação e perseguição, saltaram de uma janela e morreram. Enquanto aquelas pessoas sentiam culpa por causarem a morte de um casal, o casal observava de certa distância, aquela multidão perturbada, ela sorrindo e ele dizendo “Os enganamos, agora ficaremos em paz”! Duas almas que se amavam unidas pela morte.
Lembrei desta música, e eu não ouço essa música há tempos.

Don’t Fear the Reaper (cover) – HIM
Não Tema O Ceifeiro (A Morte)

Todos nossos tempos chegaram
Aqui mas agora eles se foram
Temporadas não temam o ceifeiro (a morte)
Nem o vento, o sol ou a chuva
Nós podemos ser como eles são

Venha baby... Não tema o ceifeiro (a morte)
Baby pegue minha mão... Não tema o ceifeiro (a morte)
Nós poderemos voar... Não tema o ceifeiro (a morte)
Baby eu sou seu homem...

O namoro já está feito
Aqui mas agora eles se foram
Romeu e Julieta
Estão juntos na eternidade
Romeu e Julieta

40.000 homens e mulheres todos os dias...
Como Romeu e Julieta
40.000 homens e mulheres todos os dias...
Redefinem a felicidade
Outros 40.000 vindo todos os dias...
Nós podemos ser como eles são

Venha baby... Não tema o ceifeiro (a morte)
Baby pegue minha mão... Não tema o ceifeiro (a morte)
Nós poderemos voar... Não tema o ceifeiro (a morte)
Baby eu sou seu homem...

O amor de dois é um só
Aqui mas agora eles se foram
Veio a última noite de tristeza
E era claro não podíamos prosseguir
Então as portas se abriram e o vento apareceu
As velas se apagaram e então desapareceram
As cortinas se balançaram e então ele apareceu
Dizendo não tenham medo

Venha baby.... E nós não temos medo
E nós corremos pra ele... Então começamos a voar
Nós olhamos pra trás e dissemos adeus
Nós nos tornamos como eles são
Nós pegamos sua mão
Nós nos tornamos como eles são

Venha baby... Não tema o ceifeiro (a morte)
Não tema o ceifeiro (a morte)
Nós nos tornamos como eles são...
Como Romeu e Julieta

Quinta-feira, 14 de Maio de 2009

O RETORNO DO ESQUECIDO

Há alguns dias estava eu pensando no "E". Eu não sinta mais a falta dele. Antes me entristecia lembrar dele, agora não mais.
Ontem, estava eu no MSN, e ele entrou, e nesse exato momento também! Nem vou puxar assunto. rsrsrs
Mas, a Carla ontem... Eu mesma disse para ela não me virar as costas! Ela adicionou ele há um tempo, quando eu ainda ficava depre quando pensava nele. Ontem, quando ele entrou, ela falou com ele e disse que eu sentia a falta dele, que ele era o meu melhor amigo (e realmente ERA)... Isso já não é mais verdade.
Tudo bem que umas semanas atrás eu estava depre por causa dele, mas sabe aquele up que a pessoa doente tem antes de morrer, quando parece que vai melhorar e depois morre? (Aconteceu com um cachorrinho que eu tinha. Ele não comia, não bebia, nem levantava. Um dia eu botei comida e água para ele. Ele comei e bebeu e eu fiquei felicíssima, acreditando que ele iria melhorar. Mas, morreu no dia seguinte). Foi isso que aconteceu com a amizade que tinha por ele. Era o último fôlego, aquele antes de morrer.
No entanto, como o ser humano é um ser complexo... E o mundo dá voltas...

Quarta-feira, 13 de Maio de 2009

SOBRE MEUS ATOS NOBRES

Dia 04 de maio fui ao Hemosc doar sangue e me cadastrar no REDOME, o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (INCA; DoeMedula.com).

O REDOME é um banco de dados onde ficam os dados e HLA dos doadores. É necessário um grande número de doadores registrados para que os pacientes tenham chance de encontrar um doador compatível. Você pode representar a única possibilidade de cura para alguém. Para o doador, a doação será apenas um incômodo passageiro. Para o doente, será a diferença entre a vida e a morte. A doação de medula óssea é um gesto de solidariedade e de amor ao próximo.

Resolvi doar depois de pensar muito durante o fim de semana, "se fosse alguém da minha família, algum amigo ou até mesmo eu?". Na segunda-feira de manhã, fui para a universidade fazer uma prova e depois fui direto para o Hemosc. Estava ficando com a consciência pesada de tanto adiar.

Quanto a minha fobia por agulha... Fiquei mais tempo na sala de doação do que as outras pessoas geralmente ficam. Fiquei uns 45 min. A doação em si é muito rápida, quando pensei que estava no meio do caminho, já tinha acabado, doei 410 ml. Fiquei meio tonta, o que é absolutamente normal, logo passa. Mas, cada vez que eu lembrava que ali, no meu braço, esteve uma agulha... ficava tontinha tontinha outra vez. Em setembro, quando vou encarar a agulha novamente, espero não ficar tão nervosa.

Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

AS COISAS DE SEMPRE

Não fiz a trilha. Ainda bem que choveu! Eu não queria ir mesmo! Não emagreci, pior, estou me sentindo muito maior. Devo ter engordado. Não tenho vontade de sair, e quando preciso... Não vejo nada nem ninguém, ignoro tudo a minha volta. Quanto a isso, não há de novo.

Na próxima semana não terei tempo nem para respirar. Tenho muita coisa para estudar. Deixei acumular conteúdo, faltei muito... Por falta de vontade de acompanhar as aulas mesmo. Só há uma entre as oito que faço que não tenho vontade de faltar, gosto do professor, inclusive tirei a nota máxima na prova da disciplina dele. Em compensação o trabalho em grupo dessa disciplina está uma #%$§@&.

As coisas na casa onde moram estão nada boas! Vão de mal a pior eu diria. As duas novas moradoras são simplesmente insuportáveis. Nunca vi uma delas ajudando na limpeza da casa. Além de não ajudar, atrapalham, e muito. Fazem maior sujeira na cozinha e quando tiram o prato da mesa fazem muito, falam alto até de madrugada e quando ficam em casa no fim de semana é um tormento. É aquele entra e sai do quarto, ficam transitando pela casa o tempo todo, música alta no quarto...

Outra coisa que vai de mal a pior é meu inglês. E tenho prova semana que vem, prova oral. Até entendo o que leio, mas, falar... Até aluguei um filme infantil (que tem linguagem mais fácil, eu acho) para tentar acompanhar as falas, desisti depois de 10 minutos.

Falando em inglês... Estava escutando Snakeskin, projeto musical do alemão Tilo Wolff. É muito bom! Não poderia ser diferente, vindo do gênio do Lacrimosa. Tenho pensado muito em música, queria fazer aulas de canto no próximo semestre. Mas acho que não rola. Sei que não vou correr atrás disso.

Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

O PLANO

Perder 2,5 kg por semana, tendo começado dia 22 de abril.
No final de junho, pretendo comprar um corset e usá-lo por uns três meses até perder entre 10 e 15 cm de cintura, e depois continuar usando porque é uma peça belíssima (feio só o preço mesmo).

Quinta-feira, 23 de Abril de 2009

ONDE EU ESTAVA QUANDO A VIDA PASSOU POR MIM QUE EU NÃO A VI?

Quanto tempo! Estava, hoje, fazendo planos, planos que serão concluídos em novembro.

Não consigo me conformar, 19 anos. Tenho 19 anos!
Meus planos estarão concluídos em novembro, estarei beirando os 20. Sinto um aperto no coração, um vazio na alma, vontade de chorar e falta de esperança quando lembro que tenho 19 anos! Onde eu estava quando a vida passou por mim que eu não a vi?
Meu eu se perde cada vez mais nesse vazio de quase ...duas décadas. Sinto-me cada vez mais distante de tudo... De mim, das pessoas, do mundo. Eu faço planos, deixo a vida sempre para depois. Não tenho passado, não tenho presente e planejo um futuro que nunca chega.

Terça-feira, 14 de Abril de 2009

As frases motivadoras não têm ajudado muito.